No Rio Grande do Sul, de acordo com os dados do Cadastro Único de dezembro de 2022, 22,7% das crianças entre 0 a 6 anos vivem em extrema pobreza e mais 6,9% vivem na pobreza, totalizando 29,6% da primeira infância gaúcha vivendo com renda familiar per capita de até R$ 210,00. Programas como o Primeira Infância Melhor (PIM), o Criança Feliz (CF) e a Educação Infantil são exemplos de iniciativas já existentes no Estado. Todas elas buscam garantir condições de desenvolvimento infantil.
O objetivo de incluir a primeira infância no Gabinete de Projetos Especiais é planejar e ampliar as ações pelo desenvolvimento integral das crianças – da gestação até os seis anos de idade –, colaborando com a política pública transversal nacional para esta faixa etária. Investir nas crianças representa uma melhora social, com maiores chances de inserção no mercado de trabalho e no afastamento da criminalidade.
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